Paquetaense - Ilha de Paquetá


Ilha de Paquetá

Imagem da Bandeira do Brasil - Ilha de Paquetá - Paquetaense

Pontos turísticos em Paquetá.

Ponte da Saudade.
A Ponte da Saudade. Agora restaurada.
Conta à lenda que: Um negro todas as noites dirigia-se ao cais,
por aonde chegavam os escravos africanos,
após um período de quarentena na Ilha de Brocoió,
para implorar aos Orixás
o reencontro com sua família que foi deixada na África.

Imagem da Ponte da Saudade - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Canhão do Século XIX - Praia dos Tamoios.
Localizado na Praia dos Tamoios,
o canhão, tem uma placa que diz
"Daqui este canhão saudava a chegada de D.João VI".
O canhão foi encontrado próximo à Praça Bom Jesus.
No entanto não está escrito na placa em que local
era esse de onde se saudava o Imperador.
Vale, no entanto, como memória das visitas de D.João VI à ilha.

Imagem do canhão do século XIX - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Pedra da Moreninha.
Localizada no final da Praia da Moreninha,
a pedra que leva o mesmo nome é um mirante
que ganhou fama no romance de Joaquim Manuel de Macedo,
escrito e publicado em meados do século XIX.
Na literatura, a personagem principal aguardava
o amado no alto da pedra.

Imagem da Pedra da Moreninha - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Pedra dos Namorados.
Entre as muitas lendas de Paquetá, uma das mais populares
é a da Pedra dos Namorados,
rochedo arredondado que fica na Praia José Bonifácio.
Diz a lenda que quem visita a ilha pela primeira vez
deve, de costas para a pedra,
lançar três pedrinhas sobre ela enquanto pensam
na pessoa amada. Basta que pelo menos
uma delas fique no alto do rochedo
para que o desejo seja alcançado.

Imagem da Pedra dos namorados - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Solar Del Rey.
Tombado em 1937 pelo
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),
o Solar D'el Rey, na Rua Príncipe Regente,
serviu de hospedagem da família real desde
a chegada de Dom João VI ao Rio, em 1808.
O antigo casarão, que passou a abrigar
a Biblioteca Popular de Paquetá,
está abandonado e foi fechado a visitação pública.
Em 2013, o prefeito Eduardo Paes
prometeu recuperar o patrimônio,
mas as obras ainda não iniciaram.

Imagem do Solar Del' Rey - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Casa de José Bonifácio.
Principal articulador da Independência do Brasil,
José Bonifácio se exilou em Paquetá,
onde viveu os últimos anos de vida, após ser
destituído da tutoria de Dom Pedro II, em 1833.
A casa, localizada na praia que recebeu o nome do
patriarca de independência, foi tombada pelo
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico
Nacional (Iphan) em 1938.
Por se tratar de uma residência particular,
não é aberta à visitação pública
e pode ser vista apenas externamente.

Imagem da Casa de José Bonifácio - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Casa da Moreninha.
A casa rosa, localizada na Praia Grossa,
pode ser vista logo na chegada à ilha.
Residência particular, foi utilizada como
cenário da novela "A Moreninha", da TV Globo,
na metade da década de 1970.
Construída nos primeiros anos do século XX,
a bela casa também não está aberta ao público,
mas já virou cartão postal da ilha
e vale uma foto do bem preservado.

Imagem da Casa da Moreninha - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Cemitério dos Pássaros.
Único no Brasil, o cemitério de passarinhos e aves
fica na Rua Joaquim Manoel de Macedo,
ao lado do cemitério local, parada obrigatória
dos visitantes da ilha. A iniciativa teria sido
de uma liga artística que havia em Paquetá
entre 1923 e 1949, sob as lideranças
do artista plástico Pedro Bruno e de seu amigo
Augusto Silva. A data da inauguração não é
precisa, mas segundo antigos moradores teria sido em 1940.


Imagem do Cemitério dos Pássaros - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Maria Gorda.
Plantada há mais de um século na Praia dos Tamoios, o baobá,
espécie de origem africana, tem
quase três metros de diâmetro e é um
ponto turístico disputado em Paquetá.
É uma das dez árvores tombadas da ilha por um decreto de 1967.
Reza a lenda que quem beijar a Maria Gorda
terá sorte por longo prazo. O exemplar de Paquetá
é um dos cinco existentes no estado.

Imagem da Maria Gorda - Ilha de Paquetá - Paquetaense


























Capela de São Roque.
Erguida em 1697, a Capela de São Roque
foi a primeira igreja da ilha
e homenageia o padroeiro de Paquetá.
Durante a Revolta da Armada, no final do século XIX,
o templo foi usado como necrotério,
tendo sofrido sua última grande reforma logo após
este fato, no início do século seguinte.
Ao lado da construção há um poço,
hoje desativado, e reza a lenda que
quem bebesse da sua água se apaixonaria por alguém de Paquetá.
A capela foi tombada pela prefeitura em 1999.

Imagem da Capela de São Roque - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Parque Dark de Mattos.
Ocupa a área de uma antiga chácara,
entre as praias José Bonifácio e dos Frades.
O local é cercado por árvores centenárias, trilha, túneis e cavernas.
Há também dois mirantes, nos morros da Cruz
e do Vigário, com uma linda vista para
as praias, montanhas, serras do Rio de janeiro
e as ilhas do Arquipélago de Paquetá.





Imagem do Parque Dark de Mattos - Ilha de Paquetá - Paquetaense














Fonte: http://infograficos.oglobo.globo.com















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